Aprendendo o espírito da não-violência em Nova York. |
“A não-violência não é algo passivo, mas a busca da empatia e da ação pelos outros, baseada na coragem, num profundo desejo de compreender o outro e na resistência contra a segregação”, afirmou Richard Prinz, um estudante e ativista da paz de 17 anos representando o grupo Liberdade para as Crianças, durante a Conferência dos Jovens para a Não-Violência no Dia Dr. Martin Luther King Jr., na palestra intitulada “Visões da Paz: Da Indiferença rumo a Fazer a Diferença”. |
Promovida pela SGI-USA no dia 17 de janeiro, no Centro Cultural da SGI de Nova York, e organizada pelo Conselho dos Jovens do Templo da Compreensão, a conferência reuniu cerca de 200 estudantes de Nova York, Nova Jersey e da Pensilvânia para conhecerem novas perspectivas e descobrirem formas de construírem uma nova cultura da não-violência. Os estudantes, representando seis crenças religiosas — sikhismo, jainismo, cristianismo, islamismo e o budismo Nitiren — planejaram o evento.
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“Significa muito para mim que vocês saibam como suas irmãs e irmãos estão sofrendo aqui” — esta foi a mensagem de uma jovem de Bagdá, no Iraque, chamada Hamidah, cujos companheiros de escola correspondem por e-mail com um professor de um colégio do Brooklyn. “A cada noite antes de fechar seus olhos para dormir, lembre- se que a paz é o seu sonho”, disse.
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O colégio James Logan, em Union City, na Califórnia, sediou a exposição “Gandhi, King e Ikeda (GKI): Um Legado de Construção da Paz”, em janeiro, como parte dos eventos comemorativos do Dia Dr. Martin Luther King Jr.
A Coalizão de Diretores de Escolas Negros da Califórnia utilizou a exposição GKI para promover a paz e a educação de nãoviolência. Cerca de 2.300 pessoas já visitaram a exposição em 13 escolas do Distrito Escolar Unificado de New Haven.