Acima, associados da recém-inaugurada SGI-Cuba
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A SGI-Cuba foi oficialmente registrada como uma entidade religiosa pelo governo de Cuba. Uma cerimônia de inauguração foi realizada no dia 6 de janeiro, em Havana, capital cubana. A diretora de Associações do Ministério da Justiça, Miriam Garcia Mariño; o presidente honorário do Centro de Estudos Martí, Cintio Vitier Bolaños, e o Dr. Armando Hart Dávalos, presidente da Sociedade Cultural José Martí e ex-ministro da Cultura, estiveram entre as quase 200 autoridades, convidados e membros da SGI-Cuba. |
A SGI-Cuba é a primeira organização budista leiga a ser oficialmente reconhecida pelo governo de Cuba. Uma vez registrada como organização religiosa, a SGI-Cuba poderá estabelecer centros comunitários e expandir suas atividades no país.
Durante a cerimônia, o Dr. Hart declarou que o movimento da SGI baseado na paz, cultura e educação criou uma rede de amizades que se espalhou pelo mundo e se empenha pelos direitos humanos. Ele também declarou que as pessoas em todos os lugares aguardam ansiosamente pelo contínuo crescimento da SGI como uma organização que contribui para a prosperidade da sociedade.
Isidro Gómez, uma integrante do Escritório de Assuntos Religiosos do Partido Central Comunista, comentou que os membros da SGI-Cuba vêm demonstrando por meio de suas ações a ênfase da SGI em realizar contribuições positivas para a sociedade e, ao mesmo tempo, mantendo ideais humanísticos que não diferem dos ideais da revolução cubana. Ao elogiar as mulheres da SGI-Cuba pelos seus esforços, ela reafirmou o desejo de seu governo de apoiar plenamente as atividades da SGI-Cuba.
A diretora García leu então a Carta da SGI-Cuba e assinou o documento de registro que certifica a entidade como uma organização religiosa.