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Janeiro/Março
2006

Ao Redor do Mundo
Carta da Terra+5


O instituto Tropical Real.
Os representantes da SGI e membros de diversos países juntaram-se a 400 pessoas de todo o mundo que compareceram à Carta da Terra+5, evento realizado no Instituto Tropical Real, em Amsterdã, de 7 a 9 de novembro. A rainha Beatrix, dos Países Baixos, que oficialmente lançou a Carta da Terra como um conjunto de valores e princípios comuns por um futuro sustentável em 2000, participou das comemorações.

O evento teve início com uma reunião da Iniciativa dos Jovens pela Carta da Terra, em que 30 jovens representantes do mundo todo se encontraram pela primeira vez. A Soka Gakkai contribuiu para unirem-se a esse grupo dois membros SGI-Canadá, que criaram o Comitê Carta da Terra dos Jovens da SGIVancouver. Eles também foram indicados para receberem o prêmio “Maximo T. Kalaw”, como um dos 10 grupos elogiados pela criatividade em executar projetos baseados na Carta da Terra.


Palestrando na conferência principal, o vice-presidente da Comissão da Carta da Terra, Maurice Strong, falou da necessidade de mudar “dos ego-sistemas para os eco-sistemas” e para uma revolução ética e motivacional que atinja as almas dos indivíduos.


O evento marcou o lançamento da terceira fase da Iniciativa da Carta da Terra. O primeiro envolveu consultas, tradução e o esboço da Carta. O segundo incluiu a divulgação e a busca de apoio, bem como a implementação de instituições educacionais e comunidades locais. A terceira fase, a partir de 2006, focalizará uma maior conscientização da Carta da Terra, a educação para uma vida sustentável, o apoio engajado e o uso desse documento como uma ferramenta ética.

A exposição “Sementes da Mudança: A Carta da Terra e Potencial Humano” foi montada no andar superior do saguão principal e obteve uma reação positiva dos espectadores. Na conferência principal, as sessões temáticas exploraram a aplicação da Carta da Terra para edificar uma cultura da paz no trabalho, na educação, nos governos locais e nas leis internacionais. A SGI moderou uma sessão sobre “Grupos Religiosos e a Carta da Terra”, que reuniu representantes do cristianismo, budismo, islamismo, judaísmo, entre outras manifestações religiosas. Chegou-se a um acordo de que a Carta da Terra seja uma visão comum por um mundo melhor e que sirva como ponte entre as diferentes crenças.


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