
2004 - Revolução Interior: Uma Onda Mundial pela Paz
• A revolução interior com base no autodomínio e moderação é um fator chave para o entendimento entre nações em guerra.
• O mundo hoje gira em torno da tecnologia do mundo virtual na qual se limita a sociabilidade, perdendo as interações entre as pessoas. Sendo assim, a educação é algo muito importante neste processo. A educação é frisada em relação a um futuro de paz em que pessoas através do conhecimento entendam e respeitem o outro.
• A ONU exige um papel imprescindível na sociedade. Para seu melhor desenvolvimento o Sr.Daisaku Ikeda propõe 3 considerações: (1) Reforma das Nações Unidas, (2) Desarmamento e abolição das armas nucleares e (3) Segurança Humana.
• Juntamente com a ONU, países filiados a Soka Gakkai e ONGS almejam esse objetivo de um mundo comprometido com a paz.
_________________________________________________
2003 - Por uma Ética Global de Coexistência
_________________________________________________
2002 - O Humanismo do Caminho do Meio – O Alvorecer de uma Civilização Global
• Com o atentado terrorista do marcante dia 11 de setembro de 2001, quando as duas torres gêmeas do prédio World Trade Center foram atingidas por aviões, o mundo se tornou mais apreensivo. Para revitalizar e restaurar a humanidade, necessitamos de uma filosofia do humanismo do Caminho do Meio cuja essência é o reconhecimento concreto da realidade da vida, através do autodomínio, para decidir como devemos viver e que tipo de mundo desejamos criar, transcendendo diferenças e compartilhando sentimentos profundos com toda e qualquer pessoa para criar uma cultura de paz.
• Ações efetivas a serem realizadas pelos organismos competentes e pelo Japão abrangem iniciativas no campo social e político
• No campo social: erradicação da pobreza através da transformação da dívida dos países pobres em investimento na educação e saúde das crianças; promoção e salvaguarda dos direitos humanos; criação de uma aliança global em prol das crianças; criação de um sistema transparente e universal para acabar com os atos de terror e pressão da opinião pública pela abolição dos arsenais de armas nucleares existentes.
• No campo político: Apoio e engajamento do Japão na reconstrução do Afeganistão e na construção da paz em conjunto com as Nações Unidas; fortalecimento das leis internacionais através da formulação e a adoção de um tratado abrangente para impedir o terrorismo internacional e preveni-lo, estabelecimento de uma organização especializada para combater o crime como núcleo de uma rede internacional de combate ao crime e criação do Tribunal Penal Internacional (TPI); estabelecimento de um escritório para um alto-comissariado das Nações Unidas para o meio ambiente, consolidação por etapas de secretariados para supervisionar a implementação dos vários tratados ambientais e a criação de um fundo verde global e realização de uma convenção para a promoção de fontes renováveis de energia.
_________________________________________________
2001 – O Desafio de uma Nova Era: Construir a todo Instante o “Século da Vida”
• Se a humanidade não considerar as questões fundamentais da vida e da morte, seremos incapazes de identificar os desafios que precisamos vencer e encontrar a direção pela qual devemos avançar;
• O budismo considera a vida em seu mais profundo significado, não simplesmente como algo que nos é concedido sem esforço, mas como um domínio fértil e iluminado que somente pode ser experimentado de forma plena através do mais árduo esforço espiritual; Em outras palavras, em um mundo cheio de contradições e absurdos, uma condição de vida de plena consciência só pode ser atingida mediante um processo de contínuo questionamento e esmerada reflexão, processo que se vale das fontes do saber, da emoção e da vontade. Esses domínios de igualdade e imparcialidade da vida só podem ser atingidos com uma sensibilidade aprimorada e refinada e um intenso processo de busca.
• As crises da vida, do coração, do espírito e da família, todas têm a mesma causa. E é por esta razão fundamental que o respeito à vida é a força condutora da era vindoura, portanto devemos compreender dois pontos. Primeiro, tudo está contido em cada momento vivido. Segundo, a forma como encaramos este momento é crucial e determina todo o curso de nossa vida.
• É absolutamente essencial que substituamos a tradicional supremacia dos interesses nacionais rivais — causa de tanta guerra e tragédia — por uma comunidade internacional dedicada ao bem-estar de toda a humanidade e da Terra. “Ação autônoma da vontade interior e coexistência criadora”. As Nações Unidas podem e devem desempenhar um papel central nessa transformação.
• A participação popular é a melhor forma de fortalecer as Nações Unidas. Reunindo o talento e a capacidade dos cidadãos comuns, as Nações Unidas serão capazes de enriquecer as qualidades humanísticas, que devem ser sua essência. Criação de uma assembléia popular que tornaria a organização mais aberta e acessível à sociedade civil. É importante saber das próprias pessoas o que elas necessitam e atendê-las por meio de programas de assistência e desenvolvimento, em vez de planejar arbitrariamente, de maneira unilateral e de “cima para baixo”. Este é o verdadeiro significado de democratização.
• Diálogo, mais do qualquer outro recurso, é o caminho para abandonarmos permanentemente a corrida pelo domínio. O diálogo tem o poder de restaurar e reflorescer nossa humanidade comum ao liberar nossa capacidade inata para o bem. É um ímã indispensável em torno do qual as pessoas se aproximam e a confiança é fortalecida. O diálogo pode conduzir à criação de uma nova civilização mundial.
_________________________________________________
2000 – A Paz pelo Diálogo: É Tempo de Falar de uma Cultura de Paz
• A paz não pode ser um mero interlúdio de tranquilidade entre guerras. Deve ser uma arena de atuação vigorosa, conquistada mediante nossa vontade e esforços efetivos. Deve ser uma chama vivida, uma virtude que nasce da força de caráter.
• Jamais deve se perder de vista o fato de que, por mais que a tecnologia de comunicação avance, o ser humano é o que mais conta. É o indivíduo – o caráter de cada indivíduo – que é decisivo enquanto criador e protagonista da cultura.
• Deve haver uma sinergia criativa entre as reformas individuais internas, espirituais e introspectivas, e as reformas externas legais institucionais dentro da sociedade.
• O diálogo deve ser fundamental em todos os empreendimentos, atingindo as pessoas para a criação de uma nova civilização global. Faz-se necessária a manutenção de um fórum permanente para o diálogo.
• Um dos desafios mais cruciais é fortalecer as Nações Unidas, como ponto central para promoção de programas essenciais e como ponto de partida do esforço conjunto da humanidade.
_________________________________________________
1999 - Pela Cultura de Paz — uma Visão Cósmica
• Como primeiro tópico, ressalta-se a preocupação e a expectativa para o novo milênio que surge no horizonte muito prontamente e menciona-se a preocupação com a perda de identidade dos últimos tempos, utilizando um termo emprestado do ex-secretário-geral das Nações Unidas, Boutros Boutros-Ghali o ”neo-isolacionismo” que por seu pensamento retrata o panorama espiritual da humanidade no final do século: à luz da globalização financeira, ambiental e das questões de saúde, os problemas de cada país só podem ser resolvidos dentro de um contexto internacional. As pessoas devem mostrar interesse, disse ele, não apenas por seus próprios países, mas também pela situação internacional. Elas se sentem apreensivas quando confrontadas pela onda de internacionalização e se encolhem em sua pequena “aldeia” (região ou estado), em suas tradições, e tendem a evitar encontros com estrangeiros. Dr. Daisaku Ikeda aponta desta forma alguns medos das sociedades atuais que vivem em um mundo extremamente globalizado, citando clássicos da literatura. Um deles é “O Mundo de Sofia”, de Jostein Gaarder; o outro, “Fugindo do Ninho”: uma Aventura do Espírito, de Richard Bach, reforçando a idéia de que as pessoas precisam hoje é a busca do “eu”.
• Em um segundo ponto Dr. Daisaku Ikeda, discorre sobre a importância da religião, citando Bryan Wilson, professor emérito em Sociologia da Universidade de Oxford e ex-presidente da Conferência Internacional de Sociologia das Religiões. Mensurando o poder do diálogo e baseado no princípio do soft power, ele explana sobre a importância de criar uma onda de diálogos para se criar uma órbita de cidadãos de visão ampla, participativos e preocupados com democracia global. Ainda falando sobre a importância da religião o pres. Ikeda diz: Faz parte da missão de uma organização religiosa como a nossa prover um lugar de abrigo, de recuperação e de conforto para os exaustos. Mas isso não é tudo. A religião deve também ajudar as pessoas a se redescobrirem, a encontrar a liberdade, reformar sua consciência e elevar seu espírito. O cumprimento dessas obrigações constitui o real valor da religião para a reforma dos tempos. Somente então ela pode contribuir para superar a crise de identidade e eliminar a lacuna entre os “interesses locais” e os “objetivos gerais da civilização global”. Em termos de sociedade, a expansão dos foros internacionais é essencial para proporcionar o diálogo entres as autoridades e contribuir no senso de confiança entre as nações.
• E o terceiro ponto que podemos destacar é a defesa de uma cultura de não violência. “Década Internacional da Cultura de Paz e Não-Violência para as Crianças do Mundo” tema lançado pelas nações unidas para a primeira década do milênio. Com esse espírito o Dr. Daisaku Ikeda menciona a necessidade de que para transformar a cultura de guerra é preciso romper a cadeia de vingança. Para tanto o Dr. Daisaku Ikeda levanta duas propostas de restrição do comércio de armas Primeira: devemos coibir as transações ilícitas de armas. Segunda: as maiores nações exportadoras de armas devem tomar a iniciativa de fixar diretrizes que limitem o comércio. E findando o contexto geral desta proposta, Dr. Daisaku Ikeda fortalece a necessidade de também banir as armas de destruição em massa, tais como as armas biológicas e as químicas, e também as minas terrestres.
_________________________________________________
1998 - A Humanidade e o Novo Milênio: do Caos para o Cosmos
_________________________________________________
1997 – Novos Horizontes de uma Civilização Global
• A civilização contemporânea passa por impasses de ordem social, econômica e espiritual, decorrentes de uma história da humanidade que precisa ser revista e estudada a fim de buscar soluções essenciais a pratica da verdadeira revolução. Impasses como a apresentação de situações paradoxais, como a globalização mercadológica e o aumento da pobreza no mundo, o desenvolvimento da tecnologia e a exclusão dos indivíduos, situações em que em vemos direitos humanos transformados em hipocrisia.
• Os modelos de reforma apresentados até o momento focam apenas reformas externas, porém que não tratam do âmago das questões que dizem respeito a ordem mundial para os séculos vindouros. A reforma externa possui seus limites muitas vezes parece uma utopia a construção da civilização global, mas que abranja todos os aspectos não apenas o econômico.
• O claro clamor aos jovens é para que se realize uma verdadeira revolução – a revolução interior – uma revolução na qual todos participem, que se faça dentro da paz e que mude o próprio indivíduo.
• Uma retrospectiva histórica da humanidade, faz concluir que grande parte do males ou desgraças pelas quais passamos é decorrente das forças contraditórias que dividem o coração humano, tais forças são a fonte para a decorrência das crises em esfera ambiental, social, econômica e mesmo individuais, porém, a força do dialogo para a compreensão de que a luta contra essas contradições irá proporcionar a base para o estabelecimento e construção de um novo século, que saíra da encruzilhada de seguir o mesmo caminho de autodestruição ou abrir um novo horizonte e criar uma civilização autenticamente “humana e global”.
• A única escolha para um futuro será a escolha do segundo caminho. A SGI acredita nesse caminho desde a sua formação e empreende seus esforços para esse fim.
_________________________________________________
1996 - Rumo ao Terceiro Milênio: O Desafio da Cidadania Global
• Promoção da revolução humana. Um dos atributos necessários para um cidadão do mundo é uma mudança em sua visão de bem-estar da Humanidade. Esse grande movimento dedica-se a encorajar as pessoas a conscientizarem-se de seu próprio e ilimitado poder e assumirem a responsabilidade pelo futuro da Humanidade.
• Promoção da educação para instilar o espírito de tolerância e abrir as janelas espirituais da Humanidade, libertando as pessoas de seus confinamentos étnicos ou de visões sectárias do mundo.
• Estudos realizados pelo Instituto Toda com a cooperação de pesquisadores, instituições acadêmicas e de ONGs do mundo inteiro para tratar de vários problemas globais e propor soluções. O Instituto deve conduzir o tipo de pesquisa abrangente que mostre o caminho para o desarmamento mundial e a desmilitarização, refletindo a vontade dos povos do mundo.
• Imbuir nas gerações jovens uma “cultura de paz” para suplantar uma “cultura de guerra”.
_________________________________________________
1995 - Criando um Século sem Guerras através da Solidariedade Humana
• Novo mandato para o Conselho de Tutela da ONU, visto que a maioria dos territórios que estavam sob a tutela da ONU tornaram-se independentes. Esse órgão passaria então a preservar a diversidade étnica e cultural (especialmente em regiões devastadas pela guerra, como a ex-Iugoslávia). Poderia ainda trabalhar em conjunto com o Alto Comissariado para Refugiados e o Alto Comissariado para os Direitos Humanos.
• Expansão das Zonas Livres de Armas Nucleares.
• Controle das armas convencionais e de sua exportação.
• Fortalecimento da Corte Internacional de Justiça a fim de manter a paz segundo os princípios de justiça e de direito internacional.
_________________________________________________
1994 - A Luz do Espírito Global: Uma Nova Alvorada na História da Humanidade
• Uma “revolução total através da simbiose”, que somente pode ser alcançada por meio de uma revolução humana em escala global.
• Evitar a divisão causada pela competição e substituí-la pelo soft power, que engendra conciliação e união, a fim de manter uma ordem regional e internacional.
• Realização de estudos pelo Centro de Pesquisas para o Século XXI de Boston sobre reformas e fortalecimento das Nações Unidas.
• Necessidade da criação de um Escritório das Nações Unidas na Ásia. Apesar das já existentes Comissão Social e Econômica para a Ásia em Bangcoc, e Universidade das Nações Unidas em Tóquio, estas são insuficientes pelo fato de a Ásia possuir uma enorme população e ser palco de conflitos regionais desde a Segunda Grande Guerra, além de sérios problemas ambientais.
• Estabelecimento de um Centro de Reunião de Famílias Divididas, bem como o uso pacífico das zonas desmilitarizadas com propósitos puramente humanitários: ajudar as famílias coreanas que foram separadas por causa da divisão entre Norte e Sul.
• Realização de uma Conferência de Paz do Nordeste Asiático com a participação da Coréia do Sul, Coréia do Norte, Estados Unidos, Rússia, China e Japão para obter a paz e a estabilidade na região.
• Sufrágio para coreanos e todos os estrangeiros residentes legalizados no Japão. Embora paguem impostos como os japoneses, não lhes é concedido o direito ao voto ou direitos comparáveis.
_________________________________________________
1993 - Rumo a um Mundo mais Humano no Século Vindouro
• Criação de um Alto Comissariado da ONU para os Povos Indígenas e as Minorias Nacionais. O gabinete desse novo Alto Comissariado, trabalhando junto com o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados, poderia tornar-se uma força de proteção dos direitos dos povos indígenas e das minorias em todo o mundo. Seria um passo inicial nos esforços para levar os interesses dos cidadãos comuns à frente das atividades da ONU.
• A democratização da Assembléia Geral. Atualmente, a maioria das discussões referentes à reforma e ao fortalecimento da ONU está voltada para a reforma do Conselho de Segurança. Embora esta seja uma meta importante, deve-se também dar atenção à reforma da Assembléia Geral, pois é ali que o desejo da Humanidade está expresso através do consenso dos Estados-membros.
• Realização de uma conferência de revisão da Carta da ONU e uma conferência mundial de ONGs em 1995, ano do 50o aniversário das Nações Unidas.
_________________________________________________
1992 - Uma Renascença de Esperança e Harmonia
• Formação de uma “ONU para o Meio Ambiente e Desenvolvimento” com poderes suficientes para tomar decisões internacionais.
• Apoio financeiro às Nações Unidas através da criação de um “Fundo de Redução Armamenstista da ONU” dedicado à proteção do meio ambiente.
• Contribuição do Japão através do fornecimento de tecnologia avançada para ajudar a preservar o meio ambiente dos países asiáticos, cujo rápido desenvolvimento econômico está tornando a região a mais poluída do planeta.
_________________________________________________
1991 - O Alvorecer do Século da Humanidade
• As Nações Unidas deveriam ampliar o papel do povo em sua organização devido ao fato de o poder dos cidadãos estar crescendo rapidamente.
• Planejamento de um sistema democrático para facilitar a participação direta das ONGs nos debates nas Nações Unidas.
• A proteção do meio ambiente global deve tornar-se uma das prioridades máximas da política internacional.
• Divisão do Conselho de Segurança em duas seções: uma encarregada das disputas internacionais, outra das questões ambientais, pelo fato de a ameça à vida humana não consistir somente da guerra ou do holocausto nuclear, mas também da destruição e deterioração do meio ambiente da Terra.
• Criação de um corpo consultivo internacional composto por cidadãos do mundo, capaz de transcender diferenças nacionais ou raciais e de projetar planos de reformas com base em uma perspectiva genuinamente cosmopolita, visando uma nova e poderosa organização internacional do século XXI.
• Promoção de uma educação para a cidadania mundial, encorajando todos os membros da raça humana a trabalharem juntos para livrarem o mundo das guerras.
_________________________________________________
1990 - O Triunfo da Democracia: Rumo a um Século de Esperança
• Realização de um Fórum das Nações Unidas reunindo os líderes de cada país por ocasião da Assembléia Geral convocada para este ano, a fim de discutirem soluções para os problemas que enfrentam, um verdadeiro diálogo que venha a transcender as velhas demarcações Norte-Sul e Leste-Oeste que dividem o mundo.
• Criação de um Conselho de Segurança do Meio Ambiente e formação de uma Força Mantenedora do Meio Ambiente semelhante à já existente Força Mantenedora da Paz das Nações Unidas, a fim de assegurar o cumprimento efetivo das medidas que seriam propostas na Rio-92.
• Criação de um Conselho Mundial para as Nações Unidas composto por representantes de setores privados, que estudariam formas para fortalecer e reformar as Nações Unidas a fim de edificar uma nova ordem mundial sem guerras.
• Realização de uma Primeira Sessão Especial das Nações Unidas sobre Educação (SEE-I) para tratar da questão do analfabetismo, promover programas de melhoria da educação e, acima de tudo, despertar as pessoas para o extraordinário potencial que cada uma possui.
• Criação de um Fundo de Desenvolvimento da Educação para os Países do Terceiro Mundo com arrecadação de parte dos valores gastos por cada um dos países-membros com armamentos e em defesa.
_________________________________________________
1989 - A Alvorada de um Novo Globalismo
• Criação de um centro ou de algum outro mecanismo dentro das Nações Unidas com o objetivo de evitar uma guerra nuclear e deter as hostilidades regionais e locais.
• Uma série de conversações entre os líderes das grandes potências ou reuniões de cúpula visando estabelelecer uma genuína “Era do Diálogo” ou ainda uma “Era da Humanidade”.
• Criação de um Centro das Nações Unidas para a Prevenção de Conflitos, que analisaria dados em escala mundial de modo que quaisquer sinais de conflitos iminentes seriam levados ao conhecimento da Secretaria Geral, possibilitando a tomada de medidas imediatas. Esse centro também teria a função de coordenar e facilitar a comunicação entre os centros regionais de desarmamento já estabelecidos pela ONU.
• Realização de uma reunião de cúpula das ONGs para a paz, envolvendo a participação de estudiosos e de ativistas da paz.
_________________________________________________
1988 - O Desarmamento Total como um Movimento Global
(Terceira Sessão Especial das Nações Unidas para o Desarmamento 1º de junho de 1988)
• A Terceira Sessão Especial para o Desarmamento (SED-III) deveria criar uma “Nova Grande Carta de Desarmamento”, revisando, atualizando e aprimorando o documento final da Primeira Sessão Especial.
• Como um dos pontos fundamentais dessa Carta, deveria ser estabelecida uma “Organização Internacional para o Desarmamento”.
• A SED-III poderia designar os anos 90 como uma nova década de paz e desarmamento.
• A Sessão Especial para o Desarmamento deveria ser contínua, realizada regularmente a cada quatro ou cinco anos, e o ano em que o evento for realizado poderia ser denominado “Ano Internacional do Desarmamento”.
• Uma conferência sobre desarmamento em Hiroshima para representantes de ONGs do mundo inteiro deveria ser convocada como parte da Campanha Mundial de Desarmamento.
_________________________________________________
1988 - Entendimento Cultural e Desarmamento: Os blocos edificadores da paz mundial
• Concretização da “Década das Nações Unidas para a Paz e o Desarmamento”.
• “Pacto Internacional de Renúncia à Guerra” redigido pelas Nações Unidas e assinado por todas as nações-membros.
• Criação de uma “Carta dos Cidadãos do Mundo” como base da educação dos cidadãos do mundo.
_________________________________________________
1987 - Propagando o Brilho da Paz rumo ao Século do Povo
• Ratificação de apoio às Nações Unidas.
• Adoção do princípio de paz pela Constituição do Japão como uma diretriz universal.
• Concretização da “Década das Nações Unidas para a Educação dos Cidadãos do Mundo” (1991–2001).
• Estabelecimento de um “Instituto de Estudo de Questões Globais”.
• Designação de 1988 como o “Ano Internacional do Desarmamento”.
• Construção de um “Centro de Intercâmbio Mundial dos Jovens”.
_________________________________________________
1986 - Rumo a um Movimento Global por uma Paz Duradoura
• Promoção de diálogos entre os Estados Unidos e a União Soviética visando a um acordo de medidas para congelar a produção de armas nucleares como um primeiro passo para a sua abolição.
• Plano para estabelecer uma “Organização Pacífico-Asiática para a Paz e a Cultura”.
• Realização de uma reunião de cúpula Pacífico-Asiática.
• Urgente convocação de uma reunião de cúpula das Coréias do Norte e do Sul.
_________________________________________________
1985 - Novas Ondas de Paz rumo ao Século XXI
• Realização de uma reunião de cúpula dos Estados Unidos e da União Soviética num futuro próximo.
• Convocação urgente da Terceira Sessão Especial da Assembléia Geral das Nações Unidas visando ao desarmamento.
• Reunião de cúpula das Coréias do Norte e do Sul em um futuro próximo.
• Maior iniciativa para o desenvolvimento que inclua uma perspectiva espiritual para a criação de uma era Pacífico-Asiática.
_________________________________________________
1984 - Criando um Movimento Unido para um Mundo sem Guerras
• Proibição da corrida armamentista espacial.
• Acordo de não-engajamento em guerra espacial e de não-uso de armas no espaço contra a Terra.
• Adoção pelas Nações Unidas de uma declaração universal de renúncia à guerra.
_________________________________________________
1983 - Nova Proposta para a Paz e o Desarmamento
• Realização de um “Fórum da Paz” conduzido por líderes culturais.
• Conversações entre a cúpula dos Estados Unidos e da União Soviética.
• Congelamento ou proibição da fabricação e do uso de armas nucleares.
• Estabelecimento de um “Centro de Prevenção contra a Guerra Nuclear”, que serviria de mediador entre os Estados Unidos e a União Soviética.
• Conferência internacional visando o congelamento dos gastos militares.
_________________________________________________
1982 - Uma Nova Proposta para o Desarmamento e a Abolição de Armas Nucleares
• Declaração e acordo por parte de todas as nações para evitar o uso de armas nucleares.
• Estabelecimento de um “Comitê Especial para a Criação de Organizações de Preservação da Paz nas Zonas Livres de Armas Nucleares”.
• Distribuição de parte dos gastos militares de todas as nações para serem usados no estabelecimento de organizações mantenedoras da paz.
• Exposição sobre Hiroshima e Nagasaki realizada por ONGs de todas as nações.
• Produção de um filme mostrando a tragédia de Hiroshima e Nagasaki narrado em todos os idiomas.
• Estabelecimento de “Arquivos da Paz” ou um centro que ofereça informações por meio de vídeos, documentos, fotografias, pinturas e outros materiais aos cidadãos de cada nação.
_________________________________________________
1978 - Proposta para o Desarmamento Nuclear
• Reunião de cúpula dos líderes de todas as nações por iniciativa das Nações Unidas.
• Controle e supervisão do uso das armas nucleares pelas Nações Unidas.
• Acordo de proibição do uso de armas nucleares por todas as nações.
• Estabelecimento e expansão de “zonas livres de armas nucleares”.
• Reunião de cúpula visando a redução de armas nucleares com a mediação das Nações Unidas.
• Proibição do incremento de novas armas.
• Estabelecimento de uma “Organização das Nações Unidas para a Redução de Armas”.
• Promoção de atividades de pesquisa em nível privado concernentes ao desarmamento total.
• Estabelecimento de um “Centro das Nações Unidas para a Paz” na Sede das Nações Unidas aberto ao público.
• Estabelecimento de um “Comitê de Planejamento sobre Mudanças Econômicas para Redução de Armas”.
|