07 de Maio de 2015

Um outro modo de ver o mundo

BSGI marca presença em Ciclo de Palestras da ADESG-Campinas

Palestra na ADESG-Campinas

Apresentação conjunta das bandas Taiyo e Nova Era

Ocidente você pode ser oriente em meu abraço; oriente você pode ser ocidente em meu lar”, esta frase pontua o filme documentário Um outro modo de ver as coisas, de autoria do escritor, poeta, filósofo, ativista da paz e presidenta da SGI, dr. Daisaku Ikeda. A frase que abre este texto refere-se a questões cruciais deste momento da humanidade: o respeito às diferenças e à dignidade da vida. No último dia 15 de abril, a convite da ADESG-Campinas – Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra – a representação local da BSGI proferiu palestra homônima: Um outro modo de ver as coisas. O palestrante convidado foi o cirurgião-dentista e associado da BSGI, Luiz Jun Shiozawa, que alinhavou os pontos comuns entre as ideias do filme e da proposta de paz do dr. Ikeda, Criação de Valores Humanos – a construção de um mundo solidário, capaz de se recuperar de tantas aflições.


O roteiro do filme foi escrito logo após o 11 de setembro de 2001 e trata da preocupação constante da humanidade acerca do acirramento dos ânimos entre o ocidente e o oriente. “Há muito tempo sinto que a Turquia, como elo fundamental de ligação do ocidente com o oriente tem um papel único na promoção da paz e da compreensão mundial. A Turquia engloba tanto a Ásia como a Europa”, é a primeira idéia do filme. Viajantes do ocidente encontram a riqueza cultural do oriente; e aqueles do oriente encontram a tecnologia e a inovação do ocidente. Mas para todos, o mundo vive em meio a um drama cujo enredo escrevemos diariamente. Porém, o desfecho dependerá de como cada ator enfrenta seu drama pessoal e erradica o mal em prol do bem comum.


O primeiro pensador a registrar uma ideia além do eurocentrismo, foi o historiador britânico Arnold Toynbee. Considerado pela intelectualidade mundial um estudioso no nível de Albert Einstein. As opiniões de Toynbee influenciaram toda uma geração de intelectuais, cujo principal alerta foi atentar para o perigo dos estereótipos e o respeito e a valorização da diversidade cultural.


Logo após a exibição do filme, o palestrante iniciou pontuando as ideias comuns entre o curta-metragem e a proposta de paz. “O elemento humano é a principal questão de ambas as obras – filme e texto – e a valorização da dignidade da vida, com a criação de valores humanos são dois dos objetivos principais da BSGI”, iniciou Shiozawa.


Qual o verdadeiro propósito do ser humano? Felicidade, deveria ser a resposta imediata. Porém, atingir este patamar de existência não é tarefa simples. Acima de tudo, a força de vontade e a vitalidade das pessoas de uma comunidade são energias fundamentais para a conquista da felicidade. Para tanto, uma sucessão de mudanças individuais e nas comunidades são necessárias para abrir o caminho rumo à vitória na luta contra os desafios da vida. E, de forma mais ampla é imprescindível transformar os próprios fundamentos da sociedade, mudar a atual cultura de guerra em uma verdadeira cultura de paz, que deve começar a partir de cada um.


O grande exemplo atual deste princípio é o da menina paquistanesa Malala Yousafzai. Após recuperar-se de um tiro na cabeça disparado por um miliciano talibã, Malala foi à ONU reafirmar seu compromisso de lutar pelo direito universal à educação – não apenas para meninos, mas para todas as meninas do mundo. “Nada mudou em minha vida, a não ser o fato de que a debilidade, o medo e a desesperança morreram; a força, o poder e a coragem nasceram. (...) Sou a mesma Malala. Meus anseios são os mesmos, minhas esperanças as mesmas, meus sonhos os mesmos”, disse Malala. A frase final de seu discurso na ONU tornou um ícone mundial: “Uma criança, um professor, um livro, uma caneta podem mudar o mundo”. Apresentações artísticas – as bandas masculina Taiyo e feminina Nova Era, mais as professoras de dança típica japonesa, Mitsuko Nakanishi e Yasuko Hirai – coroaram o evento, fechando a noite de forma grandiosa.

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