30 de March de 2022

Mulheres Soka: nova geração!

Desde a fundação da Soka Gakkai no Japão, o Núcleo Feminino vem sendo a força motriz de todas as ações empreendidas

Líderes do Zenshin (da esq. p/ dir.): Luciana, Renata, Selma e Rosane

Um grupo dentro do Núcleo Feminino da BSGI se destaca como vanguarda do movimento: o Zenshin (Avanço). Formado por jovens mulheres profissionais e empreendedoras, suas integrantes são cidadãs engajadas por um mundo mais humano e fraterno que, por meio de seus avanços imponentes, vêm sendo a grande força do já empoderado Núcleo Feminino. Apresentamos nesse artigo um pequeno resumo de suas atuais líderes.


Todas as entrevistadas foram unânimes em apontar uma imensa diferença entre as integrantes do Núcleo Feminino de quando eram jovens, para as mulheres que hoje que estão à frente das ações. Realizaram um censo em 2020 com 300 representantes das 30 mil participantes espalhadas por todo o Brasil. Os resultados demonstraram que essas mulheres têm, em sua maioria, mais de 20 anos de prática budista.


Pouco mais de um quarto delas (27,3%) são responsáveis financeiras de seus lares e a maioria (60,3%) divide com alguém as despesas da família. Têm pelo menos 1 filho (1 filho: 36,4%; 2 filhos: 28,3%); 3 filhos: 5,7%; 4 ou mais filhos: 0,7%) e a totalidade dessas líderes possuem o curso superior completo e mais de um terço (36,7%) têm pós-graduação.


O presidente da SGI, dr. Daisaku Ikeda, define assim o papel das mulheres da SGI:


“As mulheres possuem uma força extraordinária desde a fundação da Soka Gakkai, as integrantes do Núcleo Feminino têm sido a força motriz do nosso desenvolvimento e a chave para a vitória. As grandes mulheres não são arrogantes nem interesseiras. Suas orações são fortes. As membros do Núcleo Feminino transformaram a solidariedade da nossa organização numa força indestrutível. Nada mais temos a fazer a não ser lhes agradecer.” (Brasil Seikyo - Edição 2599 - 12/02/2022 - pág. 4-5 - Encontro com o Mestre)


 


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Selma Mayumi Inoguti, reside em Osasco, município da Grande SP e nasceu numa família budista. Selma descende de uma linhagem de mulheres determinadas. Sua avó materna, ainda viva e lúcida aos 95 anos, foi quem decidiu se converter, mesmo diante da recusa do marido que posteriormente rendeu-se e se tornou também membro da Soka Gakkai. Por meio da estratégia da oração e atuação na BSGI, vem transformando o carma da doença na família.


Ela atua há 25 anos na mesma empresa multinacional e, em 2021, realizou o sonho acalentado desde 2015, que foi a certificação internacional de sua profissão. Selma explicou seu sonho relacionado ao grupo que lidera: “Eu visualizo a Rede de Solidariedade das Mulheres Soka, como integrantes que por meio de sua mudança, inspiram seus familiares e amigos a acreditar que é possível fazer a transformação do veneno em remédio, a concretizar seus sonhos em projetos, independentemente da idade, condição social, etnia etc. Vejo as Mulheres da Soka Gakkai como seres humanos de um coração puro e sincero, que por meio do diálogo e acolhimento, contribuem para a construção de um mundo melhor, começando pela sua própria família e depois expandindo o Budismo entre amigos e localidade”.


Renata Santoro Nakamatsu é moradora do bairro da Saúde na capital paulista. Conheceu o budismo ainda criança e sua família vivia um momento frágil, com muita desarmonia devido ao alcoolismo de seu pai. Talvez por esse motivo, decidiu-se pela área da saúde, cursando o Técnico em Enfermagem e, posteriormente, a graduação na mesma área. Já cursou duas pós-graduações e hoje está no mestrado. “Atuo como Enfermeira de Educação Continuada em um hospital de SP e tenho a oportunidade de treinar, reciclar todos os profissionais da enfermagem”, contou.


Seu desafio diário é criar as melhores estratégias visando a excelência no atendimento ao paciente. Se diz muito feliz em unir a “educação” em saúde às metas que têm na BSGI. “O avanço diário de cada mulher que pertence à Soka Gakkai emana uma grande força e coragem, graças a essa postura de jamais desistir, acreditando no seu potencial que fará a grande diferença em todas as esferas”, finalizou.


 


Rosane Kelly Santos Rosa é moradora do município de Duque de Caxias, no estado do Rio de Janeiro. O budismo entrou em sua vida aos 5 anos de idade por intermédio de uma vizinha, que via a desagregação familiar. Sua mãe, ela e irmã iniciaram a prática e, em pouco tempo seu pai também se converteu. A família encontrara seu ponto de equilíbrio.


Ao longo dos anos foram muitos os desafios, mas não houve desespero pois sabiam que nada resiste aos esforços da fé sincera e abnegada. A criança Rosane sonhava em cursar uma faculdade, mas a realidade que vivia era bastante adversa. Porém, como sempre ouviu que “não há oração sem resposta”, quis o destino que ela fosse trabalhar numa faculdade que lhe abriu as portas da academia. Passou pela graduação e pós-graduação, seu esposo idem. Já são 18 anos de dedicação a essa instituição onde evoluiu junto, chegando à chefia de seu setor. “O futuro para ser melhor depende de nós mulheres. Somos essas vanguardistas na sociedade e na BSGI. Mas precisarmos ser mais, precisamos ser guardiãs...!”, concluiu.


 


A paulistana Luciana Mantovanelli Misawa, residente na capital paulista, iniciou sua prática aos 8 anos de idade. Era uma criança que tinha muitos medos, principalmente o medo da morte. Seus pais lhe contaram sobre a infância e juventude do presidente da SGI, Daisaku Ikeda. Ouvindo sobre sua história em meio à pobreza e a tragédia do maior conflito armado da civilização humana – a Segunda Guerra Mundial – a pequena Luciana entendeu que poderia ela também vencer seus medos.


Abraçando todas as oportunidades que surgiram, desejava se tornar professora do Ensino Infantil, por isso, cursou a licenciatura em Pedagogia. Porém os medos da infância retornaram com força para que ela vencesse de vez esse desafio. Em 2010 recebeu o diagnóstico de Transtorno de Ansiedade e Síndrome do Pânico. Diante desse quadro decidiu enfrentar a batalha contra a sua própria escuridão, estudando o budismo, atuando no Zenshin e na escola onde lecionava. O resultado: tornou-se outra pessoa, mais corajosa, forte, determinada. “Desejo sinceramente que as mulheres Soka estejam cada vez mais unidas comprovando que a força da sabedoria, sensibilidade e benevolência possuem o poder para transformar a época”, finalizou Luciana

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