27 de Fevereiro de 2014

Festivais culturais da Soka Gakkai

Mais do que simples eventos são oportunidades para desafiar limites!

Cena marcante: o grande final do festival de 1984

Flagrante da apresentação do grupo infantil com a música Suberfantástico

Meses e meses de preparativos e exaustivos ensaios, sob chuva, sol escaldante, frio enregelante. Que motivos levam pessoas de todas as idades e ocupações a reunirem-se durante várias semanas para ensaiar apresentações de números artístico-culturais e desportivos em um único grande evento? Se perguntados, todos os participantes teriam uma resposta comum: desafiar-se! Romper com os limites. Mas não se trata de limites corporais, físicos. São as muralhas internas, individuais, que ao longo da vida, vão sendo consolidadas em grossas camadas, cada dia maiores e mais densas e que, se deixadas dessa forma, avolumam-se de tal forma até a total incapacidade do ser.


Em 1984, Alexandre Oda tinha 13 anos e participou de um desses eventos que marcou uma era na BSGI: o I Festival Cultural e Esportivo da SGI, que contou com a participação de mais de 10 mil associados nas apresentações e outros 15 mil na plateia. O então muito jovem Alexandre integrou o grupo que dançou e cantou a emblemática música Superfantástico. “Até hoje quando ouço a música, emociono-me. Minhas filhas vão apresentar uma dança com essa música em um evento de minha localidade e todo ensaio delas sinto os olhos úmidos...”, conta.


Hoje, um respeitável empresário e pai de duas lindas meninas, Alexandre conta que sua vida foi indelevelmente marcada por aquele evento. “Foram meus últimos meses no Núcleo Infantil, e a participação neste Festival foi fundamental para a decisão que norteou o resto de minha vida até hoje: buscar o meu aprimoramento enquanto indivíduo, em prol da missão pela paz”, explica emocionado.


Toda a família participou do Festival: os dois irmãos mais velhos pertenciam à banda masculina Taiyo, a mãe era uma das responsáveis pelo painel humano e o pai atuou na logística.
A decisão de participar deste Festival teve o incentivo incondicional de seus pais, associados antigos. “Mas já tinha idade suficiente para compreender a importância daquela atividade. Seria a grande oportunidade de encontrar-me com aquela pessoa [o presidente da SGI, dr. Daisaku Ikeda] que sempre ouvira de meus pais e amigos que falavam o quanto se tratava de um homem extraordinário”, enfatiza.


Mesmo diante da dureza dos ensaios Alexandre participava com muita alegria e disposição, pois felizmente criara uma grande amizade com determinadas pessoas e isso era um importante fator motivador para participar e buscar a excelência a cada ensaio. “Não faltei a nenhum!”, diz orgulhoso.


O grupo infantil do Superfantástico tornou-se um ícone na BSGI. Isso porque dele despontaram muitos jovens líderes de grande valor que hoje atuam na linha de frente de suas respectivas organizações locais. Alexandre chegou a ser líder nacional do Núcleo Masculino de Jovens da BSGI.


“Como disse anteriormente, o fato de participar do Festival de 1984, praticamente ‘definiu’ meu futuro dali para frente”, ressalta. A partir disso integrou ativamente o Núcleo Jovem e os anos de juventude foram todos vividos dentro dos ideais da BSGI. Foi parte integrante da história da organização, participando de todos os eventos importantes durante o período de 1984 a 2009, culminando na grande Convenção dos Jovens da Nova Era da BSGI, realizado no mesmo Ginásio de Esportes do Ibirapuera, local onde se deu o grande Festival Cultural de 1984, onde tudo teve início. “Tive o privilégio de estar à frente deste evento, como um dos responsáveis”, conta. E foi escolhido ainda para ler uma declaração ao microfone, em uníssono com todos os participantes da Convenção: “Nós, os jovens herdeiros do glorioso futuro, cientes da profunda responsabilidade e missão, declaramos honrar e elevar a bandeira do humanismo, da paz e da cultura, comprovando a vitória em nossas vidas!”, eram as palavras finais do texto.


A apresentação das crianças do Superfantástico de 1984 foi tão marcante que, em 1993, na quarta visita do dr. Ikeda ao Brasil, foram reunidos participantes daquele grupo para uma nova apresentação. Alexandre estava nos bastidores, atuando na proteção e logística deste evento. “Nesta época eu já pertencia ao Sokahan e num primeiro momento pensei em integrar o novo Superfantástico, mas fui incentivado a cumprir minha missão como Sokahan e foi uma experiência fantástica, sem trocadilho [risos]”, finaliza.

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