16 de Março de 2017

Coordenadoria Cultural promove evento inédito no Rio de Janeiro

Cerca de 800 participantes marcaram presença na primeira Convenção carioca

Ideal de cultura de paz é o que norteia todas as ações da CCult

Grupo de artistas Soka do Rio

Membros da CCult de todo o Brasil

E o Samba fez a prévia do carnaval que ainda viria

“O Rio de Janeiro continua lindo!!!!”, essa foi a principal impressão de todos os que participaram desta inédita Convenção Nacional da Coordenadoria Cultural realizada no Centro Cultural da BSGI do Rio de Janeiro, no bairro do Meyer, capital fluminense. O evento aconteceu no início de fevereiro, dias 4 e 5 e teve participação mais de 800 pessoas, perto de 200 oriundas principalmente de São Paulo, mas outros estados também enviaram representantes, como Mato Grosso e Minas Gerais.


Porém, a verdadeira maratona se deu meses antes com os preparativos que envolveu não somente integrantes da Coordenadoria Cultural – CCult –, mas de toda a BSGI da cidade do Rio de Janeiro. Todos os núcleos de bairro da cidade se prepararam para receber os membros visitantes em intercâmbios. “Participar do intercâmbio em Madureira mudou minha visão de tudo o que eu acreditava ser possível!”, conta Eliza Odo, membro do Departamento de Comunicação (Decom) de São Paulo.


Os membros visitantes chegaram ao Rio de Janeiro no sábado de manhã, depois de uma longa jornada rodoviária em ônibus fretados. O Centro Cultural já tomado de associados cariocas os aguardava com um caloroso café da manhã e uma breve reunião de boas vindas. “Os preparativos para esta atividade vêm sendo feitos há muitos meses, para que seja realizada uma convenção inesquecível. Hoje e amanhã registrem a sua própria história. Citando um trecho da orientação do presidente da SGI, dr. Daisaku Ikeda: ‘É momento de renascer, romper a carapaça velha e ultrapassada! Derrubando as barreiras do limite, levante-se só! Acredite no imensurável potencial que cada ser humano possui e desperte!”, exclamou o coordenador cultural do Rio de Janeiro, Jovenito Tavares.


Logo depois os grupos da CCult se reuniram em torno de seus líderes, fato marcado por grande interação e união, pois membros de várias partes do país se reencontraram com seus companheiros, muitos dos quais não se conheciam. Cada grupo decidiu-se pelo formato do encontro, alguns realizaram uma reunião formal, outros decidiram pela roda de conversa. No mesmo dia, no fim da tarde, aconteceu o intercâmbio nos núcleos de bairro.


A emoção e o calor do povo carioca foram marcantes a todos os intercambistas. De forma unânime, os entrevistados se disseram mais do que gratificados pela grandiosa e engrandecedora experiência de conhecer mais profundamente a vida e a luta das famílias cariocas. O que mais chamou a atenção de Eliza, por exemplo, foi o fato de toda a reunião ter sido planejada, liderada e empreendida pelo núcleo estudantil, crianças de adolescentes de 7 a 17 anos. “Atuaram como gente grande! Foi impressionante!”, exclamou.


O domingo amanheceu como uma típica manhã carioca: ensolarada e bela! O dia 5 de fevereiro ficará marcado nos anais da história do Centro Cultural do Rio de Janeiro, palco da grandiosa Convenção Nacional da Coordenadoria Cultural. Espontaneidade e alegria foi o clima de todo o dia, desde a recepção dos participantes ao som de chorinho e MPB, interpretadas por artistas cariocas do Departamento de Artistas.


O evento iniciou às 9 horas com a exibição de um vídeo produzido pelo Decom-SP, discorrendo sobre as principais atividades da CCult  em 2016. Membros cariocas da CCult relataram suas conquistas e superações com base na filosofia humanística do budismo de Nichiren Daishonin, fundamento que norteia todas as atividades da SGI no mundo.
Com o objetivo de oferecer um conhecimento importante acerca da filosofia budista, a doutora em Filosofia, Ângela Sant, proferiu a palestra Vida e Morte, baseada no livro O Buda Vivo de autoria do presidente da SGI, dr. Daisaku Ikeda.


O secretário da CCult, Ricardo Mariano, apresentou as Perspectivas de Desenvolvimento da Coordenadoria Cultural da BSGI. Segundo ele existe a necessidade de expandir e fortalecer a estrutura nas localidades fora do eixo Rio-SP. “Estamos estudando a formação de Polos culturais em diversos locais, com apoio e em sintonia com as lideranças conforme realidade de cada localidade”, explicou. Ele também enumerou os próximos passos da Coordenadoria, como a realização de palestras para iniciantes, inclusive em língua estrangeira; apoio à criação de novos grupos e a realização da tão esperada segunda edição da Festa da Cerejeira, evento que marcou o ano de 2016.


Na sequência o coordenador cultural, Antônio Nakamura, parabenizou os participantes pela vitória de estarem ali. “Companheiros de todo Brasil, onde quer que estejam seu palco é o local de sua missão e, portanto, é uma terra iluminada e cheia de boa sorte. A prática budista quebra a lógica da passagem do tempo. Nichiren Daishonin promoveu uma revolução conceitual sobre o tempo e espaço, revelando que a Lei Mística, existe desde o ‘tempo sem início’ e é a própria eternidade. É o que conhecemos como ‘tempo existencial’, diferentemente de tempo cronológico. Assim, nosso coração vai ficando mais jovem! Se ontem tudo foi radiante, hoje será melhor, com mais novidades, problemas novos, oportunidades novas e novo ânimo!”, saudou a todos.


“Temos sem dúvida uma grande missão em meio a caótica situação em que vivemos. Mas, justamente esse é o momento da mudança. O budismo mostra isso claramente. Esse é o instante da grande mudança. O momento exato da transformação. Sinto que os membros da Coordenadoria Cultural, cada um em sua área profissional, pode e deve ser o protagonista desta grande virada. Acendendo a chama da esperança e gradativamente iluminando o coração das pessoas”, incentivou o vice-presidente da BSGI, Pedro Paulo Amaral, fechando a parte formal do encontro.
A hora seguinte foi marcada pelas apresentações artísticas. A dança flamenca da professora Tania Cristina Ferreira, abriu a segunda parte. Em seguida o coral Brisa do Mar, o Núcleo de Desenvolvimento da Orquestra, a Ginástica Montada, denominada Grupo de Ouro e, para encerrar o evento, o Grupo Samba transformou o auditório do Centro Cultural em uma filial do sambódromo.


Um rápido depoimento


O cientista social, professor de Sociologia e membro do Departamento de Artistas – Depart, Danilo Medeji, enfatizou que vem desenvolvendo seu trabalho em produção cultural nas áreas de música, artes cênicas e cinema com base no humanismo da Soka Gakkai. “Fui diretor do cine clube, recentemente fui eleito para o 1º Conselho Municipal de Cultura de Parati como representante da área do áudio visual e cinema. Há 5 anos conquistei este espaço e hoje sou referência nessa área de atuação dentro da minha localidade”, conta. Sua disposição de mudar os rumos da cultura no país se deu a partir do que vem aprendendo na BSGI desde que nasceu.
Sua mãe abraçou a filosofia humanística do budismo de Nichiren da SGI em 1988, ele portanto cresceu em meio aos “jardins da BSGI”. Participou e protagonizou muitos eventos e encontros desde que se decidiu a viver em Parati. “Porém, encontrei a minha missão nesta Convenção da Coordenadoria Cultural onde decidi que me tornarei um grande valor para a produção cultural do Brasil', um agente que se empenha na promoção da paz, cultura e educação visando unicamente a felicidade de minha localidade”, finalizou Danilo.


Colaboração (texto e fotos) Decom-RJ

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