Diálogo pela Vida
Por uma Cultura de Paz


Exposição em Curitiba

Exposição no Rio de Janeiro

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“Para nós é uma honra receber uma exposição como esta, exatamente no momento que o município declara uma luta contra a violência. Essa exposição prova que a paz tem origem no diálogo, e eu acredito nisso. É conversando, tentando se entender que podemos praticar ações que beneficiem não somente a nós mesmos, mas sim a toda uma população”.
José Zito, Vereador
Diadema – abril de 2004.

“Estamos muito honrados em contar com o trabalho dos associados da BSGI local nessa campanha e, principalmente em nos oferecer uma exposição desse nível. Ela nos conscientiza para nosso papel e participação nos cuidados com nossas riquezas. A melhor frase que li e exemplifica esse sentimento é que: tudo começa no ser humano e retorna para o ser humano. E a maior riqueza que possuímos é a nossa vida”.
Carlos Kopcak, Secretário de Educação, Cultura, Esporte e Lazer
Diadema – abril de 2004.

“Acredito que não haja nada mais grandioso do que a arte para falar daquilo que desejamos. Esse sentimento que um encontro como o de hoje provoca em nós é aquele que deveríamos carregar mais intensamente o tempo todo para tornar nossa vida e nosso cotidiano, às vezes tão dolorosamente insuportável, mais leve. O diálogo pela vida tem de ser feito com arte”.
Eduardo Montagnari, Secretário de Cultura de Maringá
maio de 2003.

“O que vemos aqui é um verdadeiro ‘passeio’ pela vida que nos faz refletir sobre nossas ações do presente. Tudo o que valoriza o ser humano, visa à cultura de paz e é de fundamental importância para o avanço da sociedade. Essa exposição contribui justamente para isso, gerando uma onda de energia positiva que pode mudar a forma de as pessoas agirem, de pensarem e provocar uma mudança na consciência de cada uma”.
Isabel Lopes, representante do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) em Fortaleza
setembro de 2002.

“Temos diversas instituições que falam de paz. Mas são raras as que mostram a consciência sobre os direitos humanos e a justiça social como pré-requisitos da construção de uma cultura de paz. É exatamente isso o que a SGI faz ativamente em cerca de 190 países e territórios, e que Ikeda, por mais de três décadas, ensina como ‘embaixador do diálogo e da construção de uma cultura de paz”
Mohamed Habib - Diretor do Instituto de Biologia da Unicamp
Campinas – agosto de 2004.

“Na segunda-feira, 8 de abril, recebemos um tenente reformado do exército que chorou na exposição ao relembrar do passado. O shopping Curitiba foi construído no local onde era um quartel do Exército. A praça de eventos manteve as características do quartel, as marquises, os corredores, a porta de entrada e o andar superior com os detalhes da construção militar. O tenente serviu em 1938. Ficou emocionado em ver que passados 64 anos encontrou com uma exposição que fala da vida trazendo uma proposta de paz e não de guerra”.
Jaime Takenaka, coordenador da exposição em Curitiba
março de 2002.


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